Posts Tagged 'Vin Diesel'

Mortes no mundo do entretenimento.

Antes de mais nada : SIM, O BLOG ESTÁ VOLTANDO!

Não sei em quanto tempo estaremos 100% de volta, e também não sei como vou fazer isso, até porque minha influências, motivações e opiniões que eu tinha há 4 anos atrás quando comecei esse blog mudaram em sua grande maioria. Mas relaxa, continuo o mesmo idiota com piadas idiotas que vocês adoram.

To mandando esse texto aqui de início pra ver se ainda tenho aquele “talento” de escrever sobre qualquer coisa. Enfim, espero que gostem.

Não esqueçam de compartilhar o texto e o blog pros conhecidos, e se tiver interessado pode comentar no fim do post, sempre vou estar lendo e respondendo.

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Esse texto não vai ser nada como os antigos, não tem piada aqui, vou recomeçar o blog com um assunto triste e que mexeu com mundo nos últimos dias.

A perda de um familiar ou amigo próximo é muito dolorosa e requer um amadurecimento de cada um como pessoa pra lidar com tamanho baque na sua vida. Em 2008 perdi pela primeira vez alguém próximo, e agora em 2013 perdi meus avós. A morte é algo com a qual ninguém esta preparado pra lidar, apesar de ser a única coisa certa nessa vida. E agora em 2013 pude perceber como o ser humano sente não apenas a morte de conhecidos, mas famosos que admiramos também.

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Velozes e Furiosos 5 – operação Rio

Como foi adiantado aqui no blog no ano passado, o quinto filme da série Velozes e Furiosos é situado no Brasil, mais exatamente no Rio de Janeiro, aka Cidade Maravilhosa.

E nessa semana eu tive a possibilidade de finalmente assistir ao filme, e vou aqui escrever uma resenha a vocês sobre o que eu achei – não que eu ache que vocês se importam.

Mas antes, vou contar algo que aconteceu comigo na sala do cinema:

*****

Fui ver o filme com meu pai, já que somos fanáticos por carros,tiroteios, porrada, ação e mulheres semi-nuas. O filme tava marcado pra começar as 17:40 e nós chegamos bem em cima da hora, talvez até passando um pouco do horário.

Como ficamos com medo de não conseguir lugar, entramos primeiro pra já nos situar nos devidos assentos, e logo depois fui comprar pipoca e Coca.

Não sei se sou só eu, mas desde pequeno eu tenho uma mania de sempre que eu estou de chinelo, andar com a ponta dele pra frente, sem meu pé la, só na parte de trás, sobrando assim essa ponta dianteira sem nenhum tipo de apoio do meu pé.

E minha mãe sempre me deu esporro sobre isso, dizendo que um dia eu ia cair.

Então, quando eu estava voltando pra sala e subindo os degraus, eu apoiei meu pé – que estava de chinelo – no último degrau, só que pisei em falso graças a essa mania.

Adiviiiiinha o que aconteceu.

Tomei um tombo bonito, e perdi 10% da minha pipoca e 95% do meu refri – sobrou só o gelo. Felizmente essa escadinha é coberta por uma pequena parede, e se alguém conseguiu ver minha queda, pouco se fudeu pro que estava acontecendo.

Resultado: tive que ir comprar outro refri, e dessa vez tive que pagar do meu bolso, e lá se foram 6 reais da minha carteira – sim, o refrigerante é um roubo.

*****

Agora, vamos ao filme.

Se você for ao cinema com a esperança de ver um filme em que o lado bom do Brasil é mostrado, desista. O filme mostra exatamente o contrário: grande parte dele se passa na favela e um dos inimigos de Vin Diesel e sua trupe é a Policia Militar carioca corrupta.

Eu já li muita crítica de pessoas que já viram o filme, dizendo que o filme deturpa o Brasil, que só fode a gente e outros mimimi variados.

Na boa, essas pessoas são hipócritas. Aplaudem sem parar quando um Tropa de Elite sai e mostra a corrupção na polícia, aí quando é um filme americano – que não fez nada além de mostrar uma realidade – vão ficar fazendo cu doce? Ah, parem com isso!

Quanto ao enredo do filme, me ficou parecendo um daqueles típicos filmes tapa buracos, que só servem pra fazer uma ligação na história para um próximo filme.

E outra coisa que não aguento mais é a enrolação quanto ao terceiro filme da série, “Desafio Em Tóquio”. Se você ainda não entendeu, o terceiro filme, cronológicamente, vem depois do quarto e do quinto. É por isso que aquele japinha, que morre no terceiro filme, aparece no quarto e no quinto – na época desses ultimos filmes ele ainda era vivo.

E assim, o filme situado em Tóquio deixou uma ponta sobressalente na história dos filmes. Em algum momento eles vão ter que fazer um filme que ligue todos os acontecimentos até o final do 3º, quando o Vin Diesel aparece pra disputar um pega com o muleque principal daquele filme.

Agora, no quesito ação, eles abusaram da nossa inteligência. Teve cenas em que você fica embasbacado de como aquilo que você esta assistindo é impossível de acontecer.

Em uma dessas tais cenas, Vin e Paul roubam um cofre – e quando falo que eles roubam um cofre, não estou me referindo ao dinheiro dentro dele, mas sim ao cofre mesmo. Eles simplesmente amarram um cofre gigantesco – que é do tamanho do meu banheiro – na traseira de dois carros, e saem arrastando ele por toda a cidade do Rio de Janeiro, destruindo tudo quanto é patrinômio, enquanto estão sendo seguidos pela polícia.

A parte mais absurda é quando o Vin Diesel usa esse cofre como uma espécie de bola de ferro e joga ele pra cima de uma 100 viaturas numa ponte imensa.

E as situações absurdas não param por aí: para realizarem o roubo ao cofre, eles resolvem arranjar carros da polícia. Ou seja, eles roubaram carros como Chevetes e Fiat Sanderos certo? Errado.

Segundo o filme, a polícia carioca têm 4 DODGE CHARGER COM UM MOTOR V8 DE 6 LITROS!

IMPOSSIBLE.

Outra gafe, que não tem nada a ver com a ação, é quando o grupo especial americano que esta atrás do grupo do Dominic (Vin Diesel) sobe a favela, e ao chegar no alto do morro, um grupo de traficantes aparece na frente deles armados de pistolas e com ar ameaçador. O grupo americano puxa suas metralhadoras de alto nível fodástico, e os traficantes simplesmente saem da frente pra eles passaram.

MANO, sabe quando isso iria acontecer? NUNCA.

Primeiro que esses bundões americanos ja teriam tomado tiro na bunda logo assim que chegassem na entrada da favela – ainda mais pelo jeito gentil em que eles chegam, num carro gigantesco, quase igual a um caveirão. E segundo, nunca que aconteceria um encontro amigável no estilo “quem tiver o maior brinquedo vence”. Isso é surreal.

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Mas resumindo todo o filme: ele é legal, dá pra se divertir bastante – até porque a ação nele é frenéticamente constante – e o diretor usou um grande artifício nesse filme, que é o humor. Ou seja, houve um aumento considerável nas cenas engraçadinhas e também nas cenas de ação.

Recomendo que você assista esse filme, mas não vá pensando em critica-lo só porque mostra o pior lado do Rio.

Ah, e não saia da sala antes dos créditos, nem que o shopping esteja pegando fogo. Tem uma cena final surpreendente que meio dá uma dica sobre o próximo filme.


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