Archive for the 'It’s My Life' Category

Só pra movimentar, rs

Oi gente, tudo bem? Sou eu de novo!

Antes de começar o meu post, uma imagem pra vocês.

Pronto, agora eu tô feliz! 

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Me apresentei no quartel

É meus caros amigos, a quanto tempo né?

Meu último post aqui foi a exatamente dois meses atrás sobre o meu clipe lindo (que aliás, se você não viu ainda, veja no último post). E pode ter certeza de que muita coisa aconteceu durante esses dois meses. Uma dessas coisas vou contar agora.

Eu tava marcado pra me apresentar no quartel no dia 23 de setembro, seis dias antes do meu aniversário. Antes do dia de ir lá eu me informei bastante com todos os meus amigos que já tinham ido sobre todas as dúvidas que eu tinha, e acreditem, eram enormes. Mas eu admito, eu tava me cagando de medo de dar merda lá na hora. Mesmo que fosse bem improvável, azarado do jeito que sou, podia muito bem acontecer de o sargento olhar para a minha cara e insistir que eu tenho que servir, só para seu simples prazer em foder uma pessoa aleatória.

Cheguei a ouvir muitas histórias engraçadas dos meus colegas, que iam desde um idiota fumando na fila de apresentação à esporros de sargento em recrutas atrapalhados que estavam varrendo o pátio lá. Mas isso não me fez ficar menos tenso.

Como eu não queria servir de jeito nenhum, fiquei desesperado pensando em como me livrar desta merda. A melhor dica que eu recebi foi para levar um atestado médico dizendo que eu tenho bronquite, rinite, sinusite, faleniladsfhiasfhidocopicozite, etc. E de fato, eu tenho essa porra toda. Menos faleidocopi… ah, essa bosta ae.

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O nosso clipe ficou pronto.

É isso aí, finalmente o videoclipe mais aguardado do ano está pronto! Depois de mais de um mês perdendo tardes de sono para gravar essa budega, finalmente acabamos de editar a parada e ela tá prontinha.

Aliás, já entregamos pra professora de Inglês, e na última quinta foi um dia de “feira de clipes”. A minha turma e as turmas de 1º ano se juntaram para ver os vídeos de todos, tanto do terceirão quanto do primeirão (mas não lembro de ter visto do 2º ano). E devo dizer que tiveram clipes que ficaram espetaculares, e outros que ficaram, digamos assim, no orçamento genérico. Mas o que vale é o esforço.

Mas antes de assistir ao meu clipe e o do meu grupo, você pode assistir a outros clipes que rolaram lá clicando aqui e aqui.

Agora sem mais demoras, o grande vídeo. Curtam aí e comentem nos comentários, divulguem para seus broders e etc e tal.

Então começamos a gravar o clipe – Parte 2.

Como falei da ultima vez, não havíamos acabado de gravar o clipe de inglês sendo que ainda faltava a parte da banda tocando. Não falta mais.

Depois de duas semanas da primeira gravação (e graças a Deus a professora adiou a entrega pra primeira semana de setembro) resolvemos acabar de gravar a parada toda.

Na verdade primeiro refilmei minha parte, que eu achei horrível, e depois fomos pro momento mais importante do clipe. Não irei revelar detalhes para criar suspense e surpresa para vocês. Só posso adiantar que ficou o mais hilário que conseguimos.

E agora tamos só editando o vídeo. Provavelmente nessa sexta já fica pronto.

Mas então, no maior estilo “behind the scenes”, gravamos um pequeno vídeo mostrando nosso aquecimento pra gravação. Saca só:

E mais uma coisinha que não têm nada a ver com o clipe: entre as gravações do primeiro dia, Thiago gravou um vídeo pra descontrair. É idiota, mas da pra rir. Com vocês, o rap do doce:

Então começamos a gravar o clipe.

Depois de pensar bastante em qual clipe fazer e levar em consideração o que você leitor achou melhor gravarmos (porra nenhuma, ignoramos completamente suas opniões), eu e meu grupo decidimos qual seria o clipe a ter honra de ser regravado por nós.

O clipe vai ser… tchan tchan tchan… Walk, do Foo Fighters. E começamos a gravar nessa última sexta, 05/08.

Perdi minha tarde toda peregrinando pelas longínquas terras do bairro Vila Kosmos, de norte à sul, em busca de lugares onde gravar as cenas do clipe. Aliás, eu, o resto do grupo, e mais dois participantes especiais da budega – um foi figurante e o outro só tava junto da gente porque era o dono da guitarra e do violão que usamos na gravação, e como ele não confia na gente (com razão), ele foi atrás de nós pra ficar de olho.

Ah, e uma pequena observação: o dono dos instrumentos tem o apelido carinhoso de Caixa D’água pela sua cabeça levemente deformada – não, ele não é paraíba – e, apesar de pedir que nós prezassemos pelo bom cuidado com sua guitarra, a própria tava com as cordas tão amarelas que eu tava com medo de pegar tétano naquela porra.

Voltando ao texto, esses aí são os malucos do grupo:

Caixa D’água ainda não tava nesse momento.

By the way, o pessoal da foto ai é o Caio, Rodrigo, Thiago, Atchim – é, isso mesmo – , Pedro e óbvio, eu.

Primeiro juntamos todos esses “porra louca” na porta da casa do Caio e depois fomos atrás dos instrumentos. Como já falei, o Gabriel (putz, falei o nome original do moleque. Ah, foda-se) veio junto porque não confiava na gente. Ele acabou virando nosso fiel escudeiro, também conhecido como trouxa que ficou carregando os instrumentos sozinho pela rua. Ou burro-de-carga, se você preferir.

Voltamos pra perto da casa do Caio e paramos pra pensar aonde diabos íamos começar a gravar. Resolvemos então começar pelo Espaço Cultural da nossa escola, que é uma outra locação fora da escola, na verdade de frente pra própria, que têm uma quadra, cantina, piscina etc e tal.

De lá, pulamos para a própria escola e usamos a cantina do nosso parceiro Marquinhos pra gravar o clipe. Com uma grande relutância em permitir, ignoramos a opnião dele, gravamos rápido a cena e metemos o pé. Nisso, fomos para a praça de Vila Kosmos gravar outro pedaço.

Caio fingindo que sabe tocar violão

Obs. 2 : Reparem na bermuda do Caio. Ele rasgou ela só pro clipe. Acontece que ele rasgou demais, ai ficou essa indecência pornográfica aí.

Não satisfeitos, demos a volta no bairro e voltamos para a porta do Caio. De lá, decidimos voltar para o Espaço Cultural.

Já de saco cheio, com fome e cansados de gravar a tarde toda, fizemos algumas cenas e paramos lá pelas 5 da tarde. Com isso, não conseguimos acabar o clipe, que terá as gravações finalizadas no mais tardar na terça, afinal é pra entregar essa joça na quinta. Na própria terça já devemos passar as filmagens para o nosso mega produtor Lucca – craque em edição de vídeo – para finalizar o clipe. Quem quiser contratar o Lucca, ele nos cobrou apenas um almoço.

Mas pra já dar um pequeno gostinho de como vai ser, aí vai uma pequena prévia do clipe, de apenas 13 segundos e com o som original da gravação.

Ignorem o idiota que grita “Que golaçoooo” no fundo vídeo, gravamos essa parte na quadra do Espaço Cultural e o animal do Thiago não sabe calar a boca.

Luz, câmera, ação.

Como eu já falei num post aqui no ano passado, as notas de inglês que recebo na minha escola são puramente trabalhos que a professora passa, a maioria em cartaz.

E também já postei aqui sobre ano passado, quando essa professora resolveu dar como trabalho a gravação de um clipe de uma música qualquer – em inglês, óbvio – que seria apresentado para outras turmas depois.

Na ocasião, deixei claro pro meu grupo que a melhor coisa a se fazer era atuar, e não dançar, pois teriamos que ficar ensaiando e decorando passos, o que não seria legal. Eles deram um singelo foda-se para minha opnião e resolveram dançar Jai-ho, das Pussycat Dolls.

O resultado foi mais ou menos o que eu já esperava: TODOS os outros clipes da nossa turma foram de atuação, e só o nosso dançando. E ficou uma merda. Aliás, eu dançando ficou pior ainda. Esse era um dos motivos de eu não querer dançar, mas enfim.

Esse ano a professora resolveu pedir esse trabalho de novo, já que os do ano passado ficaram legais. E dessa vez meu grupo não irá dançar. Sabe por quê?

Porque não tem mulher no grupo dessa vez. Simples assim. Mulheres atrapalham (algumas, não todas. Por favor não me xinguem garotas) querendo dançar e acham que nós homens temos a obrigação de dançar igual o Justin Timberlake ou Chris Brown.

No grupo somos 4 homens e parece que o mais interessado mesmo no clipe sou eu, então quem tá meio que coordenando tudo soy yo. Até pouco tempo eu tinha certeza que faríamos o clipe que eu queria fazer ano passado, The Rock Show do Blink-182. Mas eu fiquei meio na dúvida nos últimos dias depois de ver dois clipes – os dois coincidentemente da mesma banda: Foo Fighters.

Eu tou levando muito em conta a facilidade com que faríamos o clipe (lugar, figurantes, etc e tal), o humor contido no clipe e a fodacidade da música e o clipe juntos. E tou um pouco inclinado a escolher um certo clipe, o qual não falarei pra não estragar a surpresa.

Porém, não tenho certeza de nada ainda. Então resolvi pedir a opnião de vocês sobre qual dos três clipes a seguir eu devo fazer com o meu grupo (que aliás consiste de Caio, Pedro e Rodrigo):

Blink-182 – The Rock Show

Eu tive a idéia de fazer esse clipe pelo simples fato de que os integrantes da banda não fazem nada além de merda nesse clipe. Cara, fazer merda é algum comum da natureza de qualquer adolescente de 15 pra 18 anos.

Os contras desse clipe é que nós não temos o dinheiro que esses caras tiveram pra gastar no clipe. Nosso orçamento é de no máximo 6 reais, 33 centavos e um vale transporte. E outro problema é que as besteiras que eles fizeram eram de alto nível. Nós não temos como fazer igual, então teriamos que readaptar para o nosso grupo.

Foo Fighters – Breakout

Escolhi esse principalmente por causa do humor. É um clipe antigo mas com um humor bem atual e essa música é viciante. Também gostei da idéia de fazer cenas em que dividisse a tela entre os quatro integrantes do grupo cantando a música pra câmera, igual tem em algumas partes do clipe original.

O problema é o lugar onde gravaríamos. Como vocês devem saber, no Brasil não existe cinemas nos estilos antigos americanos, em que o povo via o filme direto do carro. E gravar num cinema comum é impossivel, pois não deixariam a gente gravar la dentro – iam achar que estávamos gravando o filme e nos expulsariam da sala.

O único jeito seria modificar o lugar onde ocorre a parada toda, mas isso também implicaria em toda a história do clipe, o que daria um trabalho enorme.

Foo Fighters – Walk

Esse clipe é extremamente novo, sendo que foi lançado a duas semanas atrás. Igual ao outro clipe do Foo Fighters ele tem um ótimo humor, o que é ponto positivo. As situações pelas quais o vocalista passa durante o clipe seriam fáceis de recriar e até adaptar para nosso grupo.

Agora, um grande empecilho é o número de figurantes que teriamos que usar. Outro problema é o final do clipe, pois não faço a mínima idéia de onde arranjar todos os instrumentos. Mas na verdade, todos os clipes que eu to cogitando precisa de instrumentos, então isso não é desculpa. Eu acho.

Então é isso, esses são os clipes que estamos pensando seriamente em fazer. Dê ai nos comentários a sua opnião sobre qual deles é mais legal para recriarmos.

Ah, e prometo botar o resultado final aqui no blog.

Fui me alistar no quartel.

Como todos vocês devem saber, um indivíduo brasileiro no ano em que completa 18 anos deve se apresentar ao quartel e se alistar. O que não quer dizer que vai necessariamente servir.

Pois bem. No dia 29 de Setembro desse ano faço 18 anos e, como consequência, sou obrigado a me alistar.

Desde criança eu ouço parentes e conhecidos comentando coisas do tipo “Aaah, quando você tiver 18 anos vai ter que se alistar eeein. Vai ter que pegar o sabonete no chuveeeiro” e por aí vai. Isso me causou um trauma do alistamento militar FODIDO desde criancinha. Mas minha mãe sempre passou a mão na minha cabeça e dizia “Calma, você é filho único, existe a lei do Arrimo de Família, você não vai precisar servir e blá blá blá”.

A lei do Arrimo de Família, segundo minha mãe, era de que filho único não poderia servir ao quartel pois se acontecesse uma guerra e esse filho morresse, os pais do tal ficariam sem ninguém para consolá-los, coisa que não aconteceria se a pessoa tivesse um irmão. (?)

Mas na verdade, ano passado fui procurar na internet sobre essa lei e descobri o que ela significa:

No caso do cidadão alistado ser legalmente casado, ser pai (e possuir registro civil de nascimento dos filhos em seu nome) ou sustentar a família, poderá encaminhar processo de arrimo de família, que o dispensa do Serviço Militar.

Como vocês podem perceber, eu não sou casado, não tenho filhos e não sustento nem mesmo a minha fazendinha no Colheita Feliz. Logo, caiu por terra toda a minha esperança nessa maldita lei.

*****

Acordei cedo na segunda e tive que matar aula (olha só que pena) para poder ir me alistar. Depois de tomar um banho cheiroso e b0tar uma roupa apresentável ao quartel, peguei os documentos que tinha que levar – RG, Certidão de Nascimento, CPF, Comprovante de Residência e 2 fotos 3×4, pra quem quiser saber – e esperei meu pai chegar pra me levar. Afinal, eu não fazia a mínima idéia de aonde era e como chegar lá, só sabia que era em Madureira.

Eram 8 horas da manhã quando eu cheguei no local de alistamento e me deparei com duas filas – Uma para apresentar os documentos para o cara la guardar e depois me devolver quando fosse minha vez, e a outra fila era filha da putamente enorme, para as pessoas que estavam esperando serem chamados pra fazer todo o processo de bater um papo com os caras e preencher a ficha.

Usei todo a minha habilidade no Paint, hm’

Vocês não imaginam como aquilo se compara com um zoológico. São pessoas de vários tipos, vários visuais e todo mundo feio (afinal eram todos homens).

Tinha alguns caras lá que tinham a maior cara de “Sou do morro mermão, mexe comigo não maluco!”, outros com cara de “Sou apenas um nerd e estou com medo desse negões flamenguistas do morro”, alguns com cara “Sou playsson e vim de bermuda e chinelo porque posso, comprei na WQS”, alguns com cara “Tem muito homem junto aqui. Gostei.”, e outros que não tinham expressão alguma.

Pra minha “sorte”, fiquei logo atrás de um cara muito estranho: ele tinha cara de ter uns 20 anos e estava fazendo não-sei-o-quê lá. Ele usava o cabelo curto, mas uma barba no estilo Tico Santa Cruz, do Detonautas (aquele mesmo de “A Fazenda”).

Mas apesar de ter cara de roqueiro, se vestia como um surfista pobre.

Imagine ele com uma roupa de surfista,  blusa vermelha e short amarelo.

Depois de mais ou menos 1 hora na fila, um dos caras na minha frente têm a brilhante idéia de puxar seu celular do bolso e começar a tocar música gospel no auto-falante, no último volume.

Agora imagina a cena, você numa fila absurda, demorando pra caralho, num calor da porra, ai chega um infeliz e começa a tocar música gospel no seu ouvido. Todos da fila se viraram pra ele quando começou a tocar a música, mas o cara simplesmente ignorou. Ele só escapou de pegarem o celular e enfiarem na rabiola dele porque ele tava com a mãe e uma irmãzinha de uns 5 anos.

Outra “coisa” que eu reparei foi um cara bem playsson lá, com camisa da Quiksilver e bermuda da Volcom, que estava acompanhado de um amigo gordinho, feio pra caralho, e que pelo jeito adora dar o brioco na esquina. E pra piorar, estava com uma camisa regata do Fluminense. Significa.

*****

*Uma dica: se você não quer ser zuado num local onde os generais, sargentos e etc gostam de zuar os novatos, não vá com o seu amigo boiola.

*****

Depois de 3 HORAS na fila, finalmente entrei com mais 4 indivíduos numa sala. Nessa sala, havia um tipo de esquema industrial pra atender: haviam duas pessoas que te atendiam inicialmente pra preencher os seus dados na tela do computador e imprimir o teu CAM (Certificado de Alistamento Militar). Depois, você senta num dos bancos amarelos e vai esperando sua vez para chegar numa mulher lá, a qual vai te pedir pra assinar o teu CAM e depois pegar tua digital e passar na folha.

Ao final desse processo, a mulher diz que dia e mês você terá que se apresentar ao quartel pra fazer exames físico, psicológicos, ortodentários e etc. Eu caí pro dia 23 de Setembro, 6 dias antes do meu aniversário.

Quando finalmente consegui sair daquele lugar e parar de cheirar um fedor de gato morto, eram exatamente 11:09 da manhã.

Resumindo, se alistar não é nenhum bicho de sete cabeças, quem te atende não é nem um oficial do exército nem nada, e o clima lá ainda nem reflete o clima militar original. A foda é o tempo de demora. Não seja burro que nem eu e leve o seu MP3 pra passar o tempo.



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