Mortes no mundo do entretenimento.

Antes de mais nada : SIM, O BLOG ESTÁ VOLTANDO!

Não sei em quanto tempo estaremos 100% de volta, e também não sei como vou fazer isso, até porque minha influências, motivações e opiniões que eu tinha há 4 anos atrás quando comecei esse blog mudaram em sua grande maioria. Mas relaxa, continuo o mesmo idiota com piadas idiotas que vocês adoram.

To mandando esse texto aqui de início pra ver se ainda tenho aquele “talento” de escrever sobre qualquer coisa. Enfim, espero que gostem.

Não esqueçam de compartilhar o texto e o blog pros conhecidos, e se tiver interessado pode comentar no fim do post, sempre vou estar lendo e respondendo.

                                                    *****

Esse texto não vai ser nada como os antigos, não tem piada aqui, vou recomeçar o blog com um assunto triste e que mexeu com mundo nos últimos dias.

A perda de um familiar ou amigo próximo é muito dolorosa e requer um amadurecimento de cada um como pessoa pra lidar com tamanho baque na sua vida. Em 2008 perdi pela primeira vez alguém próximo, e agora em 2013 perdi meus avós. A morte é algo com a qual ninguém esta preparado pra lidar, apesar de ser a única coisa certa nessa vida. E agora em 2013 pude perceber como o ser humano sente não apenas a morte de conhecidos, mas famosos que admiramos também.

No começo do ano o cantor Chorão foi encontrado morto em um quarto de hotel, ao que parece vítima de seu vício por drogas. A mobilização do povo brasileiro na internet foi algo que eu nunca havia visto. Milhares de pessoas que você não vê NADA de semelhante com você compartilham o mesmo sentimento de perda de um cara que proporcionou músicas escutadas exaustivamente na minha (e provavelmente na sua) adolescência, o suficiente pra lhe causar momentos de nostalgia.

Milhares de páginas sobre o Chorão foram criadas no mesmo dia da morte do mesmo. Virou modinha lamentar a morte de alguém, ora vejam só.

Alguns meses depois (não sei quanto tempo exatamente e o Google está muito longe) morre o ator de Glee, Cory Monteith, aos 31 anos. Coincidentemente com uma morte similar à do Chorão, sendo encontrado morto em um quarto de hotel por uso de cocaína. A diferença é que Cory era viciado em cocaína desde os 16 anos, e tinha entrado por vontade própria em uma clínica de reabilitação no fim do ano passado.

Apesar de não ser o maior fã da série, eu me lembro de quando ela estreou na FOX numa quarta-feira em 2008 – e essa data está viva na minha memória pelo fato de ter sido no mesmo horário de um jogo do Fluminense na Libertadores em que perderiam a fatídica final para a LDU no fim de tudo – e eu vi o episódio piloto. Já tinha visto o comercial, e se vocês se lembram era uma época em que musicais estavam em moda com High School Musical no seu auge, então resolvi dar uma chance.

Depois disso cheguei a assistir alguns episódios, mas nada fielmente. De vez em quando lembrava que tinha episódio novo e parava pra assistir, o que faço até hoje. Aliás, o que me faz assistir um episódio de Glee até hoje é a esperança de escutar uma música que eu conheça e ache FODA que não seja alguma música gay da Lady Gaga ou Katy Perry.

Mas apesar desse pouco contato com o Cory e o personagem dele na série, a morte dele me deixou extremamente triste, a ponto de chegar a chorar ao assistir um video dele cantando – meio gay, eu sei, mas foda-se, o cara tinha um talento incrível e infelizmente ele morre jovem sem poder chegar ao auge do seu talento.

Para ter noção do talento do cara, assista esse vídeo. Sempre que assisto uma lágrima ameaça cair do meu rosto, que masculinamente é sugada de volta pra dentro do olho logo em seguida. Sei la, assistir um vídeo com a imagem e a voz dele sabendo que não está mais entre nós, é triste.

A morte dele não teve tanta mobilização quanto a morte do Chorão aqui no Brasil, mas pessoas que eram fãs da série ou que já chegaram a assistir alguma vez ficaram sentidas.

E agora chegamos a parte que me inspirou a escrever esse texto. A morte de Paul Walker.

Paul Walker fez o primeiro filme do Velozes e Furiosos ao lado do Vin Diesel em 2001, ano em que eu estava na primeira série e tinha 8 anos.

CARALHO, 8 anos!!!

O segundo filme , “+ Velozes + Furiosos” foi em 2003, “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio” em 2006 (apesar desse ser o único filme da série em que Paul Walker não participa), “Velozes e Furiosos 4” em 2009, “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” em 2011, e o último filme “Velozes e Furiosos 6” foi no começo de 2013.

E é ai que você percebe que você cresceu junto com a série. Eu lembro de ir pequeno comprar os ingressos pro segundo filme em 2003 com meu pai, e enfrentar uma fila ridiculamente enorme no Shopping Carioca, que fazia a volta na praça de alimentação. Aliás, meu pai ama carros e é um grande fã da série, assiste todos os filmes deles no cinema desde o primeiro, e sempre que tem reprise na tv ele tem prazer em assistir.

E há dois anos atrás eu escrevia aqui nesse blog uma resenha toda animada de como o filme que se passa no Rio era foda, apesar de sua característica falta de realidade em algumas cenas.

E é por isso que a morte de Paul Walker foi a morte de alguém famoso que eu mais senti. Eu assistia esse cara nos filmes há mais da metade de tempo do que tenho de vida. E o fato dele morrer com 40 anos em uma situação escrota em que ninguém esperava, em um acidente de carro, ironicamente.

Ele estava gravando a sétima parte da série de Velozes e Furiosos, e como um grande fã dele, eu sigo ele no Instagram desde 2011, quando ele começou a gravar no Rio.

E eu não era apenas um fã pelos filmes de corrida, também assiste mais uns 3 filmes dele que eu não vou conseguir lembrar o nome, mas todos de ação e em que ele era o principal. Leve em conta que em um dos filmes ele tinha no elenco o Chris Brown, T.I., Hayden Christensen, entre outros atores excelentes.

Não me importa o que possam achar, de que seja uma “forçação de barra”, afinal o cara é “alguém distante, o qual eu nunca vi pessoalmente e quiçá troquei umas ideias”, mas a sensação que tenho é a de que uma parte da minha infância e adolescência foi arrancada de mim. Muita gente no mundo todo sentiu o mesmo que eu, provavelmente você que está lendo também.

Só sei que no futuro, quando eu tiver meu(s) filho(s), vou ter a honra de mostrar todos os filmes do Velozes e Furiosos e dizer pra ele o quanto aquele cara, que fez o inesquecível Brian O’connor, de como ele foi importante pra minha juventude e o como ele era foda. E se Deus quiser, meu filho compartilhará do mesmo apreço que eu tenho pela série. Isso se a série não estiver ainda viva na época em que ele nascer.

Enfim,

R.I.P. Paul Walker, sentiremos sua falta.

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