Arquivo para maio \31\UTC 2011

Assinei um contrato de risco

Então..

*****

Rio, 31 de Maio de 2011

Pessoas físicas envolvidas: sr. Caio Rabello e sr. Matheus Barbosa;

Validade: Até o fim da Copa do Brasil 2011;

Contrato:

                    Está selado por meio deste contrato o acordo entre os senhores Caio Rabello e Matheus Barbosa. Os termos são:

– Caso o Clube de Regatas Vasco da Gama se sagre campeão da Copa do Brasil 2011, o sr. Caio Rabello deverá, de forma amigável, vestir a armadura, o manto, a grande e histórica camisa do Vasco da Gama no dia seguinte a final, para poder tirar no mínimo 2 (duas) fotos, fotos essas que serão disponibilizadas em toda e qualquer rede social.

– Caso o Coritiba, vulgo Coxa Branca, se sagre campeão da Copa do Brasil 2011, o sr. Matheus Barbosa deverá ser submetido as mesmas condições da claúsula anterior, só que ao invés de ser o manto do Vasco, terá que trajar o pano de chão do Flamengo S.A.

– Nenhuma das partes, após assinado o contrato, deverá se recusar, esperniar, fazer cara feia ou contar para os pais.

– A decisão deste contrato é irrevogável, não estando assim aberto a ser recorrido por nenhuma das partes.

– Caso haja uma quebra de contrato de alguma das partes, haverá uma multa de exatamente R$ 25, 98 a ser paga pela parte infratora, nem um centavo a mais ou a menos.

*****

Como vocês puderam ler, minha pele está em risco a partir desta quarta-feira. Esse contrato aí ja foi assinado e registrado em cartório. Ou seja, não dá mais pra voltar atrás. É o famoso “Ou dá ou desce!“.

Espero daqui a uma semana estar postando a foto desse meu amigo – que é flamenguista doente – aqui no blog. Caso contrário, será a MINHA foto vestido de assaltante flamenguista.

GANHA ESSA PORRA VASCO!

Anúncios

União homoafetiva e o kit anti homofobia

Esse é o típico assunto em que se têm muitas opniões divididas, por isso só vou aqui constatar os fatos e dar a MINHA OPNIÃO, podendo você ser contrário a ela ou não.

Nas ultimas semanas um dos assuntos mais debatidos foi os direitos legais dos homossexuais, ou mais diretamente, a união homoafetiva. Se você por algum motivo não estava presente nesse mundo e não sabe o que é, vou explicar.

A união homoafetiva nada mais é do que a lei que permite um casal homossexual ter os mesmos direitos de um casal hetero. Ou seja, o casamento no cartório para os gays agora é legal. Eles teram todos os direitos como divisão de bens, pensão, etc e tal. Antes, um casal gay era visto apenas como um acordo legal perante o Estado.

Até ai, acho muito bom ver que o Brasil criou alguma lei que faça algum tipo de desigualdade ser dizimada. Tudo ok, tudo beleza.

Só que chegou um momento que começaram a passar dos limites.

A mídia – lê-se “a porra da Globo” – está tentando enfiar guela abaixo 24 horas por dia que ser gay é legal, que ser gay é algo normal e dá a entender que você deveria quem sabe experimentar, vai que gosta não é?

Toda hora é algum comercial sobre o homossexualismo. Chegou ao ponto de na minha rua, que tem dois pontos de ônibus, um perto do outro, terem ambos um cartaz sobre homossexuais, fazendo uma “apologia” a isso.

Cara, isso ta errado.

Não sou homofóbico, não tenho nada contra gays, afinal cada um têm sua bunda e faz o que quer com ela. Deus deu livre arbítrio para todos, então vá ser feliz como você quiser porra.

O problema de tudo é essa campanha em favor ao homossexualismo. A opção sexual é uma escolha pessoal de cada, em que não deveria ter nenhuma influência de ninguém, MUITO MENOS do Estado. Não estou falando isso só porque é campanha pró gays. Se tivesse uma campanha do tipo “Orgulho de ser hétero” também o condenaria. Isso é errado.

E agora surgiu uma idéia supimpa do governo de distribuir pelas escolas um tal de “kit homossexualismo”.

Ao contrário do que você deve estar pensando, não é um kit com cd e dvd do Restart, e nem o uniforme completo do São Paulo ou Fluminense.

O kit possui 3 vídeos abordando o assunto, em que os professores vão ser obrigados a ensinar sobre como seria a vida homossexual e etc. Não sei direito se são TODAS as escolas, ou só nas públicas. Mas enfim.

*****

*****

Nesse exato momento, dou uma parada de escrever e abro meu msn pra dar uma olhada. Olho pra baixo, e vejo uma propaganda “Rio Sem Homofobia”. Sério.

*****

*****

Isso é um absurdo mano. Como já disse, a opção sexual é uma escolha PESSOAL de cada um, não devendo assim sofrer influências externas.

O governo obrigando haver esse kit em cada escola está praticamente dizendo “Foda-se se você não se sente confortável com esse assunto, você vai ver essa porra e aprender como é uma vida homossexual.

Esse Estado cheio de políticos corruptos e infames deveria estar mais preocupado em criar um kit anti-preconceito. Não homofobia, mas sim TODO tipo de preconceito, esse é o correto.

Mas com esse kit anti-homofobia, eles tão muito mais dando uma aula de como ser gay, do que ensinando a respeitar um.

Ao invés de gastar o tempo e a merda do nosso dinheiro com campanhas e movimentos que não vão levar essa país a lugar nenhum (me refiro ao kit, não a união homoafetiva), deveriam estar preocupados em fazer campanhas pra ajudar uma pessoa doente, a tirar as pessoas das ruas, a dar suporte a pessoas com problemas com bebidas e drogas, a pessoas aidéticas, a uma mãe que perde um filho porque um canalha matou ele na porta da casa pra roubar uma moto.

Isso vai ser util, não só pra um pequena parcela da população, mas para o país todo. Vocês políticos já deveriam saber disso.

Velozes e Furiosos 5 – operação Rio

Como foi adiantado aqui no blog no ano passado, o quinto filme da série Velozes e Furiosos é situado no Brasil, mais exatamente no Rio de Janeiro, aka Cidade Maravilhosa.

E nessa semana eu tive a possibilidade de finalmente assistir ao filme, e vou aqui escrever uma resenha a vocês sobre o que eu achei – não que eu ache que vocês se importam.

Mas antes, vou contar algo que aconteceu comigo na sala do cinema:

*****

Fui ver o filme com meu pai, já que somos fanáticos por carros,tiroteios, porrada, ação e mulheres semi-nuas. O filme tava marcado pra começar as 17:40 e nós chegamos bem em cima da hora, talvez até passando um pouco do horário.

Como ficamos com medo de não conseguir lugar, entramos primeiro pra já nos situar nos devidos assentos, e logo depois fui comprar pipoca e Coca.

Não sei se sou só eu, mas desde pequeno eu tenho uma mania de sempre que eu estou de chinelo, andar com a ponta dele pra frente, sem meu pé la, só na parte de trás, sobrando assim essa ponta dianteira sem nenhum tipo de apoio do meu pé.

E minha mãe sempre me deu esporro sobre isso, dizendo que um dia eu ia cair.

Então, quando eu estava voltando pra sala e subindo os degraus, eu apoiei meu pé – que estava de chinelo – no último degrau, só que pisei em falso graças a essa mania.

Adiviiiiinha o que aconteceu.

Tomei um tombo bonito, e perdi 10% da minha pipoca e 95% do meu refri – sobrou só o gelo. Felizmente essa escadinha é coberta por uma pequena parede, e se alguém conseguiu ver minha queda, pouco se fudeu pro que estava acontecendo.

Resultado: tive que ir comprar outro refri, e dessa vez tive que pagar do meu bolso, e lá se foram 6 reais da minha carteira – sim, o refrigerante é um roubo.

*****

Agora, vamos ao filme.

Se você for ao cinema com a esperança de ver um filme em que o lado bom do Brasil é mostrado, desista. O filme mostra exatamente o contrário: grande parte dele se passa na favela e um dos inimigos de Vin Diesel e sua trupe é a Policia Militar carioca corrupta.

Eu já li muita crítica de pessoas que já viram o filme, dizendo que o filme deturpa o Brasil, que só fode a gente e outros mimimi variados.

Na boa, essas pessoas são hipócritas. Aplaudem sem parar quando um Tropa de Elite sai e mostra a corrupção na polícia, aí quando é um filme americano – que não fez nada além de mostrar uma realidade – vão ficar fazendo cu doce? Ah, parem com isso!

Quanto ao enredo do filme, me ficou parecendo um daqueles típicos filmes tapa buracos, que só servem pra fazer uma ligação na história para um próximo filme.

E outra coisa que não aguento mais é a enrolação quanto ao terceiro filme da série, “Desafio Em Tóquio”. Se você ainda não entendeu, o terceiro filme, cronológicamente, vem depois do quarto e do quinto. É por isso que aquele japinha, que morre no terceiro filme, aparece no quarto e no quinto – na época desses ultimos filmes ele ainda era vivo.

E assim, o filme situado em Tóquio deixou uma ponta sobressalente na história dos filmes. Em algum momento eles vão ter que fazer um filme que ligue todos os acontecimentos até o final do 3º, quando o Vin Diesel aparece pra disputar um pega com o muleque principal daquele filme.

Agora, no quesito ação, eles abusaram da nossa inteligência. Teve cenas em que você fica embasbacado de como aquilo que você esta assistindo é impossível de acontecer.

Em uma dessas tais cenas, Vin e Paul roubam um cofre – e quando falo que eles roubam um cofre, não estou me referindo ao dinheiro dentro dele, mas sim ao cofre mesmo. Eles simplesmente amarram um cofre gigantesco – que é do tamanho do meu banheiro – na traseira de dois carros, e saem arrastando ele por toda a cidade do Rio de Janeiro, destruindo tudo quanto é patrinômio, enquanto estão sendo seguidos pela polícia.

A parte mais absurda é quando o Vin Diesel usa esse cofre como uma espécie de bola de ferro e joga ele pra cima de uma 100 viaturas numa ponte imensa.

E as situações absurdas não param por aí: para realizarem o roubo ao cofre, eles resolvem arranjar carros da polícia. Ou seja, eles roubaram carros como Chevetes e Fiat Sanderos certo? Errado.

Segundo o filme, a polícia carioca têm 4 DODGE CHARGER COM UM MOTOR V8 DE 6 LITROS!

IMPOSSIBLE.

Outra gafe, que não tem nada a ver com a ação, é quando o grupo especial americano que esta atrás do grupo do Dominic (Vin Diesel) sobe a favela, e ao chegar no alto do morro, um grupo de traficantes aparece na frente deles armados de pistolas e com ar ameaçador. O grupo americano puxa suas metralhadoras de alto nível fodástico, e os traficantes simplesmente saem da frente pra eles passaram.

MANO, sabe quando isso iria acontecer? NUNCA.

Primeiro que esses bundões americanos ja teriam tomado tiro na bunda logo assim que chegassem na entrada da favela – ainda mais pelo jeito gentil em que eles chegam, num carro gigantesco, quase igual a um caveirão. E segundo, nunca que aconteceria um encontro amigável no estilo “quem tiver o maior brinquedo vence”. Isso é surreal.

————————————

Mas resumindo todo o filme: ele é legal, dá pra se divertir bastante – até porque a ação nele é frenéticamente constante – e o diretor usou um grande artifício nesse filme, que é o humor. Ou seja, houve um aumento considerável nas cenas engraçadinhas e também nas cenas de ação.

Recomendo que você assista esse filme, mas não vá pensando em critica-lo só porque mostra o pior lado do Rio.

Ah, e não saia da sala antes dos créditos, nem que o shopping esteja pegando fogo. Tem uma cena final surpreendente que meio dá uma dica sobre o próximo filme.

Uma tarde em São Januário.

Hoje tive o prazer de poder visitar pela segunda vez o estádio do meu clube. Eu sei que é pouco pra alguém que se mostra tão fanático pelo Vasco como eu, mas sempre faltou a oportunidade.

A última vez que passei por São Januário foi em 2007. Naquela época ainda era o Eurico Miranda o presidente, o Vasco ainda não tinha caído pra Segundona e nossas maiores armas do elenco eram Leandro Amaral, Morais e Conca – que a porra do Fluminense roubou do Vasco, bando de recalcados filhos da puta.

A ocasião de hoje era a de uma tarde de jogos de basquete infantil sub-12 e sub-15. Dois jogos, os dois contra o Botafogo.

Como de costume, demos uma sapecada na cachorrada em ambos os jogos.

Aproveitei então pra dar uma volta pela Colina Histórica e conhecer um pouco mais sobre nosso estádio. Pude então perceber o quanto aquilo estava parecendo um canteiro de obra, tinha várias paradas sendo construídas, e uma delas é a nova loja da Penalty.

No fim ainda pude jogar um pouco de basquete numa das 3 quadras que existem lá, junto com alguns muleques.

Mas minha grande decepção foi quando fui na lachonete de São Janu:

———–

– MOÇO, QUERO UM GUARAVITA, QUANTO É?

– 2,50 MULEQUE.

– PORRA. ENTÃO ME VÊ UMA GARRAFA D’ÁGUA MESMO.

– A ÁGUA É 3 REAIS.

PUTA QUE PARIU eu pensei.

– …. PO, TÊM ALGUMA COISA AQUI QUE SEJA MENOS QUE 2 REAIS?

– NÃO.

– …. TÁ BOM ENTÃO.

———-

E é com a minha alma vascaína renovada que eu digo: VAMOS PASSAR PELO AVAÍ NA QUARTA-FEIRA E DEPOIS SEREMOS CAMPEÕES EM CIMA DO CORITIBA.

E tenho dito.

Saudações vascaínas.

Obs.: Na foto não dá pra ver direito, mas naquele morro no fundo, a esquerda daquela torre do Vasco, está o Cristo Redentor. Muito foda esse visão de lá.

Latino e Cine envolvidos em plágio

Segundo alguns fãs da “banda” Cine, o “cantor” Latino – destaque para as aspas nas palavras banda e cantor – plágiou a mais nova música da banda, “É Tudo Nosso”.

A música foi disponibilizada no You Toba pela banda e pouco tempo depois Latino também botou ela lá.

Essa discussão atingiu algumas redes sociais como tuínter, em que a hashtag #LatinoPlagiouCine é um dos assuntos mais falados – e depois são os fãs do Restart que “xingam muito no Twitter” né?

Em resposta, Latino declarou que “seus fãs sabem de sua criatividadeHAHAHAHAHAHAHA e de sua índole”, e que na verdade quem plagiou alguém foi a Cine, já que segundo ele, a letra e a melodia já estavam prontas, só que ele postou um pouco depois.

O que eu achei engraçado é que a única coisa que muda da versão da banda Cine pra do Latino são algumas frases e o característico excesso de “yeah yeah” na música da banda – eu ainda acho que é o Sérgio Malandro que escreve as letras deles -, ou seja, todo o resto, o ritmo, a melodia, grande parte da letra e até a merda do nome “É Tudo Nosso” é igual.

Então, pra mim, seja quem for que plagiou quem, ou foi muito BURRO de não tentar nem disfarçar, ou isso parece mais algo de um empresário que tinha uma letra de música na mão e acabou passando pra ambas as partes. De qualquer modo, alguém foi um completo idiota.

Agora, presta atenção nas duas músicas:

Se você é uma pessoa normal – com ‘normal’ quero dizer que você não come merda. E nem ouve – deve ter pensado a mesma coisa que eu: é serio que eles estão brigando pra decidir quem é o autor DESSA MÚSICA? Eu teria é vergonha de dizer que fui eu que escrevi uma merda dessas.

Se algum dos lados dessa briga criar algum senso de ridículo, ele vai sair dessa briga e dar os direitos todos da música pro adversário, pra ele se fuder sozinho.

Mas só ouvindo a música não dá pra adivinhar quem foi o plagiador e quem foi o plagiado. A letra da música é tão ruim que parece algo que o Latino faria. Já a melodia dela é tão gay que parece algo que o Cine faria.

Dúvidas, dúvidas, dúvidas…

O fim da era Sheen

Ele é um grande ator americano, que ficou muito mais famoso após participar de um seriado em que ele era o personagem principal, ensinando em cada episódio lições de vida para todos seus telespectadores.

Se você pensou em “Dr. House”, morra. Tou falando de Charlie Sheen, ator principal de “Two And a Half Man”.

Charlie Sheen e Charlie Harper(seu homônimo no seriado) são exemplos de como um homem de verdade deve ser. Se você tem dúvidas sobre qualquer coisa, se pergunte primeiro “O que Charlie Sheen faria?“, que você estará no caminho certo.

– Partindo da idéia de que vocês já conhecem o seriado, pularei a parte que eu explico o que é “Two And a Half Man”.

Sheen, após ter escândalos pessoais divulgados na mídia – lê-se descobriram que ele levou uma atriz pornô pra um motel totalmente doidão e quebrou o quarto todo – e criticar abertamente o produtor e criador da série (Chuck Lorre), foi demitido do seriado em que tanto fez sucesso durante 8 temporadas.

Um homem comum ficaria triste, atordoado, talvez até chorasse e implorasse seu emprego de volta. Sabe o que Charlie Sheen fez?

Ele viajou para uma ilha deserta em seu jatinho particular com sua ex-mulher, sua namorada e a amante – que é atriz pornô – para o que deve ter sido provavelmente uma orgia sem tamanho.

Preciso dizer mais alguma coisa para comparar-lo com um semi-Deus?

Mas parece que realmente a Era Sheen chegou ao seu fim. Nessa semana foi anunciado o novo ator que entrará no lugar de Charlie Sheen na série: Ashton Kutcher.

*Pausa para os gritos histéricos das garotinhas.

Sim, o marido da Demi Moore substituirá Charlie Sheen e vai fazer o papel de um cara pegador e galinha cheio da grana (creio eu). E eu sinceramente não sei se comemoro ou choro com essa notícia. O fato de que Charlie não será mais visto nas telas de nossos televisores é algo a ser lamentado, mas a contratação de Kutcher mostra o valor que eles tão dando a série.

E se você não sabe, Ashton Kutcher começou sua carreira na televisão participando de um seriado de comédia chamado “That’s 70’s Show” quando ainda era um adolescente de uns 20 anos. Ou seja, suponha-se que ele não estranhará esse tipo de trabalho.

No comunicado feito pelo diretor Chuck Lorre, está estipulado que Ashton receberá algo entre US$ 625 mil e US$ 900 mil por episódio – sem contar participação nos lucros.

Agora é esperar e ver se ele irá vingar no lugar de um dos grandes atores dos ultimos tempos, apesar de o próprio Charlie ter declarado que o seriado vai afundar com Ashton Kutcher, apesar de o considerar um ótimo ator.

Por outro lado, pra quem já fez “Cara Cadê Meu Carro?” não há nada a perder.

Existe salvação para Justin Bieber?

Todo mundo que lê esse blog sabe que eu “odeio” o Justin Bieber. Principalmente depois desse post, em que até hoje tem fã dele – lê-se garotinhas virgens que não tem o que fazer – que entra lá no post pra me xingar.

Porém, ao mesmo tempo que eu odeio ele, eu também o amo. Não, eu não sou gay, é so que, ao fazer um post xingando e zoando ele, meu blog aumentou no número de visitas incrivelmente. Chegou até ao ponto de, se você botar no Google “eu odeio Justin Bieber”, esse meu post vai ser um dos primeiros sites a aparecer na busca.

Mas eu falei isso tudo só para dizer que: após ver um vídeo de um show desse ser em que o Chris Brown participa de uma música, eu repensei  toda a minha opnião formada sobre ele

Obs.: essas garotas gritando no fundo são um porre ein, puta que pariu.

Porra, ele mandou bem pra cacete. Cantar a parte do Busta Rhymes na música Look At Me Now do Chris Brown é muito difícil, como vocês puderam ver.

Só tou dizendo que, se eles fizesse músicas assim e cantasse assim em TODAS as músicas dele, não seria tão ruim assim. O primeiro passo ele já deu, que foi cortar aquele cabelo de sapatão que ele tinha.

E vocês, o que acham? Ainda existe salvação para esse ser?


Follow Politicamente Corretos 4.0 on WordPress.com

Visitas

  • 127,950 Bizoiadas

Destaques

Desenhos/séries que marcaram minha infância : Você têm saudades de quando era criança? Então saiba aqui os 5 desenhos que sinto mais falta;

Caos no Rio de Janeiro : Saiba tudo o que aconteceu quando houve a grande guerra entre o morro e a polícia carioca, além da tomada do Alemão;

Prêmio multishow, um fiasco : A versão 2010 do prêmio que premia as melhores bandas e cantores do Brasil foi um tanto quanto estranha. Saiba porquê.

-Mais dos melhores posts você vê aqui


%d blogueiros gostam disto: